In my life #23 – Um pouco mais sobre a minha vida

7 Out

Juro que não foi premeditado voltar aqui pouco depois de alguns dias do último post dessa categoria, aquele em que eu falo sobre querer conseguir manter uma rotina de acordar cedo pra ir pra academia. Só sei que agora abri pra ver sobre o que tinha falado e tchan nam, foi no dia 4 de Agosto. Vamos inserir aqui assunto-clichê de como o tempo passa rápido.

E passa mesmo, principalmente quando a gente faz coisas legais. Eu adoro falar, meio rindo, meio sério,  às vezes irônico, “que o tempo voa quando a gente se diverte”. Acontece que ultimamente eu tenho visto que não é mentira. Lembro de um texto que escrevi no fim de 2013, sobre como dezembro chegava cada vez mais rápido. De como provavelmente tínhamos essa sensação porque não aproveitávamos muito bem os dias. Tá aqui, se você quiser ler, clica nesse link.

In my life #23 – Um pouco mais sobre a minha vida

Mas sabe que acho que não? Tava pensando nisso justamente agora. Eu tenho me divertido muito nos últimos dias. Tenho passado momentos muito legais ao lado de pessoas incríveis e especiais, e mesmo assim o tempo continua incansável em passar, passar, passar.

Em 2013 eu tive um ano bem esquisito. 2015 estava sendo esquisito e maravilhoso e estranho e inesperado e genuíno. É um ano diferente de todos os outros com experiências diferentes de todas as que eu já tive. E mesmo assim, mesmo sugando tudo o que ele tem pra me oferecer, na medida da minha capacidade e do meu tempo, ahhaa, ele não para. E fim. Ele não vai andar mais devagar. Ele não vai pausar. Ele corre. Ele voa.

No fundo, é só uma questão de aceitar que o tempo é sim relativo, e quando se é criança e suas únicas obrigações são escola-tardes no sofá-tarefa de casa-cama o ponteiro fica grudado em um único ponto do relógio e não sai de lá por nada. Quando você cresce, e sua lista de afazeres é tão comprida que de fato você precisa escrever num papel seus afazeres e depois riscar cada item para se sentir produtivo, o ponteiro do relógio desembesta a correr. Simples assim.

Ao mesmo tempo que fico meio em pânico porque em quatro meses vou fazer 26 anos (e às vezes eu ainda esqueço que já tenho 25), me dá uma sensação de vivência. De construção, de experimentação, de aprendizados. Tá sendo muito louco. E tá sendo demais.

Enfim. Já faz mais de 21 dias. E agora não acordo mais às 6h, mas às 5h30, pra dar tempo de voltar e tomar café com calma. Mas isso é um assunto pra um post específico, logo mais!

Lendo “Americanah”, o livro do mês do Clube do Livro! É da Chimamanda Ngozi Adichie e eu estou simplesmente: adorando mesmo. A leitura flui, o texto é muito bem escrito, a história prende… Mas não vou falar muito mais não. Ó, você aí, que ainda não entrou no Clube do Livro, não perde tempo haha, e vem!

Comecei a ver “Once Upon a Time” há umas duas semanas, mas vi três episódios e não vi mais simplesmente porque cabô tempo, gente. Ou eu cozinho o jantar à noite com os meninos ou eu vejo seriado sozinho no meu quarto. Sou muito mais ficar com eles haha. Quando eu falo que não dá pra ver seriado, porque não tô com tempo, não tô brincando. É real. Nem Masterchef tô conseguindo ver 🙁 Mas Simon já me deu spoiler do último episódio, então ao menos sei isso.

Ouvindo Tô apaixonado por um monte de coisas novas ultimamente e vou fazer um post, mas além de Haim, que contei no último post, tá no repeat a (a dinamarquesa que canta naquela música famosona do momento, a Lean On, junto com o trio Major Lazer!). Fiz até um post todinho sobre ela no Petiscos. E a Foxes! Mas depois a gente fala mais delas!

Pensando sobre No que é essencial e no que é descartável. Fui ver “Le Petit Prince” com Simon e Hugo essa semana no cinema, e embora um monte de gente ache o livro ruim/cafona/superestimado, eu gosto bastante. Li mais velho, não era criança e fiquei pensando bastante, naquele momento. Dessa vez eu me peguei pensando nisso de novo. Nas relações que construímos ou cativamos. No que é essencial pra gente e o que muito bem pode ficar de fora da nossa vida. Mas vou falar só disso em outro post, porque comecei a escrever e ficou gigante e quero falar com calma. Tenho pensado muito nisso: Calma. Relaxa. Fica tranquilo. Não se afobe. E saiba dosar suas prioridades.

E por último, mas não menos importante, sábado último (22/08) recebemos a família todinha do Simon -pai, mãe e dois irmãos-, francesa, que estava de férias na Argentina, para um jantar em casa, com a família do Hugo -e eu, David e Nico, claro. Foi tão tão tão gostoso e agradável! Conhecer a família de alguém que é muito seu amigo é deveras divertido, e foi ótimo porque a mãe do Simon conseguiu sacar o clima da casa e ver como a gente é uma família maravilhosa e que o filho dela está feliz e entre pessoas que o querem bem.

Todas as fotos acima têm uma coisa em comum: laços. É isso o que importa pra mim. Os laços que temos com as outras pessoas e o impacto que elas têm na nossa vida e vice-versa. Vou dormir feliz porque ao ver todas essas fotos lembrei de quão sortuda eu sou por poder dividir minha vida com essas (e outras) pessoas.  É isso que conta.

Abraços mil!